sexta-feira, 22 de maio de 2009
Novos Baianos F.C
Sim, o documentário completo de Solano Ribeiro sobre a maior banda de todos os tempos!
NOVOS BAINOS!!!
A produção foi de um canal alemão, já que aqui no Brasil não temos condições de valorizar o que de melhor temos!
Seguem todas as 6 partes do maior documentário do MUNDO!!!
Ainda bem que os alemães existem!
NOVOS BAINOS!!!
A produção foi de um canal alemão, já que aqui no Brasil não temos condições de valorizar o que de melhor temos!
Seguem todas as 6 partes do maior documentário do MUNDO!!!
Ainda bem que os alemães existem!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
A alegria...
Nunca escrevo nada nos momentos de alegria. A mente ocupada impede que você fique se lamentando e chorando. Quando não há muito o que fazer, procuro motivos para achar culpados, reclamar dos outros ou da vida.
Não posso dizer que tenho o coração completo. Ele está vazio de sentimentos e paixões.
Só a mente está cheia. É a nova casa na praia - basicamente a nova razão da semana -, são as aulas diárias, puxadas e com muitos trabalhos. Trabalhos estes que me fazem ficar preocupados, mas que muitas vezes não são levados à sério.
A mente cheia me impede de refletir. Não olho para o lado. Acordo, trabalho, estudo, corro e durmo. A corrida impede que eu saia. Mas se saio lembro de como gostaria de estar correndo sem ninguém em minha volta.
Cada dia que corro e não penso me sinto mais isolado do mundo. Sem vontade de econtrar velhos amigos, ou menos de ficar com algúem. Andei pensando sobre isso enquanto pernilongos me perturbavam na sexta. Ano passado, assim que sai do SBT, queria muito uma namorada. Queria tanto que consegui (não que tenha sido mérito meu). Hoje em dia não suspiro por ninguém, não quero ninguém e nem mesmo tenho vontade de interagir. Será que to doente? Será que nunca mais vo ficar afim de alguém?
Não posso dizer que minha situação atual não me preocupa! Preocupa e muito. Mas não há o que eu possa fazer aparentemente.
Se eu saio penso em correr. Se corro penso em sair. Se não pego ningué penso em pegar. Se tento pegar sinto que não to afim.
PS. Este texto era para ser feliz, mas como eu nunca escrevo nada na alegria, arrumei no meio dele algo triste!
Não posso dizer que tenho o coração completo. Ele está vazio de sentimentos e paixões.
Só a mente está cheia. É a nova casa na praia - basicamente a nova razão da semana -, são as aulas diárias, puxadas e com muitos trabalhos. Trabalhos estes que me fazem ficar preocupados, mas que muitas vezes não são levados à sério.
A mente cheia me impede de refletir. Não olho para o lado. Acordo, trabalho, estudo, corro e durmo. A corrida impede que eu saia. Mas se saio lembro de como gostaria de estar correndo sem ninguém em minha volta.
Cada dia que corro e não penso me sinto mais isolado do mundo. Sem vontade de econtrar velhos amigos, ou menos de ficar com algúem. Andei pensando sobre isso enquanto pernilongos me perturbavam na sexta. Ano passado, assim que sai do SBT, queria muito uma namorada. Queria tanto que consegui (não que tenha sido mérito meu). Hoje em dia não suspiro por ninguém, não quero ninguém e nem mesmo tenho vontade de interagir. Será que to doente? Será que nunca mais vo ficar afim de alguém?
Não posso dizer que minha situação atual não me preocupa! Preocupa e muito. Mas não há o que eu possa fazer aparentemente.
Se eu saio penso em correr. Se corro penso em sair. Se não pego ningué penso em pegar. Se tento pegar sinto que não to afim.
PS. Este texto era para ser feliz, mas como eu nunca escrevo nada na alegria, arrumei no meio dele algo triste!
quinta-feira, 12 de março de 2009
Não muito alto por favor

O que difere o som da música? Por que será que a música "baixa" sempre foi considerada de elite e a alta de pobre?
A música da elite é o jazz e a erudita, e vou me dar o luxo de colocar a Bossa Nova no meio.
Os grandes nomes do jazz nunca tocaram nada alto. O som sempre foi baixo, pausado e intenso, cheios de pensamentos e inspirações.
A erudita, pelo que eu saiba, tem seus pontos altos, como Pavarotti, mas no mais, ela é uma música tocada baixa.
No caso da nossa Bossa Nova, que também é considerada de elite, ninguém de baixa e média renda a ouve. E isso é certo. N~em se quer conhece ou sabe ao menos do que se trata.
A Bossa Nova é baixa. O seu criador nunca teve voz, o famoso pianista e maetro nunca cantou bem. A "baixeza" da música o faz pensar. Você é obrigado a dialogar. Ela não é um som, um barulho em seus ouvidos, ela é uma música. Tem começo, meio e fim. Exige uma educação, não pode ser incorporada ao seu dia a dia de uma hora para outra. Você não acorda afim de ouvir Bossa ou jazz. Se você não se forçar para tal, certamente irá dizer que a música o faz dormir e que por ela ser lenta, ou pausada, ou exigente, é uma merda.
- Ai, é pra dormir aqui? Com esta música vou bodiar! Diz a rapaziada "animada" e moderna.
Por que será que a população de baixa renda ouve pagode e funk, ambos em volumes altíssimos?
A resposta para mim é simples. Porque não exige pensamento. Não exige entendimento. Do jeito que entra sai.
O volume da música ajudou o mundo a consumi-la. Sem as potentes caixas de som o mundo seria para poucos (vide Beatles, que apenas nos lugares da frente era possível ouvir o som. No fundo, os mais pobres, gritavam e abafavam o fraco som que chegava). A música ficaria eternamente só para os pensantes. Ainda bem que o som "aumentou" e todos podem rebaixar seus carros, abrir os porta- malas e botar seu Funk preferido. Salve a "Baixeza" da música, porque só ter um bom aparelho de som não significa que você irá ouvir algo bom.
Assinar:
Postagens (Atom)
